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Endocardite: Guideline AHA/IDSA

 

Artigo:Infective Endocarditis in Adults: Diagnosis, Antimicrobial Therapy, and Management of Complications.

e1e56dc182c19b19759a1baa577c9362Autores: Larry Baddour e mais

Local: American Heart Association ratificada pela Infectious Diseases Society of America.

Fonte: Circulation. 2015;132:1435-1486.

Comentários sobre o guideline: A endocardite bacteriana é uma infecção grave, de manejo complexo, um dos maiores capítulos de qualquer tratado de cardiologia ou infectologia. Um guideline significativo, ainda que não abordando todos os aspectos me detalhes da doença, é sempre bem vindo.

Diagnóstico

A modificação mais improtante foi a Continuar lendo

Ceftriaxona para infecções estafilocócicas?

Artigo:  Outcomes of ceftriaxone use compared to standard of therapy in methicillin susceptible staphylococcal aureus (MSSA) bloodstream infections

Autores:  Ursula C. Patel, Edward Hines, Jr., Erin L. McKissic, Douglas Kasper, Joseph R. Lentino, Constance T. Pachucki, Todd Lee, Bert K. Lopansri.

Local:  Vancouver

Fonte:  International Journal of Clinical Pharmacy. 2014, 36 (6):1282-1289.

O estudo:  Carregamos a informação que existe uma progressão de atividade de acordo com a geração de cefalosporinas. As de primeira geração seriam melhores para gram-positivos, e esta ação seria perdida nas cefalosporinas de Terceira geração. Que a atividade para gram-negativos seria aumentada com o “passar” das gerações. Por isto muitos associam oxacilina à ceftriaxona quando a cobertura anti-estafilocócica é demandada. Seria esta cobertura necessária? A classificação de gerações é uma hipersimplificação. As cefalosporinas de segunda geração têm a cefoxitina, com ótima ação anti-anaeróbica, e a cefuroxima, sem esta cobertura. In vitro, a ceftazidima não possui cobertura para estafilococos, e boa atividade sobre  Pseudomonas. aurJá a ceftriaxona não possui atividade confiável sobre Pseudomonas, mas as MICs para estafilococos são mais baixas do que as vistas com cefazolina. Continuar lendo