Artigo: Host Genetic Susceptibility to Enteric Viruses: A Systematic Review and Metaanalysis
Autores: Anita Kambhampati, Daniel C. Payne e mais
Local: CDC
Fonte: Clinical Infectious Diseases 2016;62(1):11–18
O estudo: Os vírus entéricos se ligam a antígenos hemo-entéricos (HBGA – oligossacarídeos expressos em células do trato digestivo e respiratório), associados ao gene fucosyltransferase 2 (FUT2). Indivíduos com expressão funcional de FUT2 são denominados “secretores”. O polimorfismo de FUT2 influencia a ligação de vírus às células e, consequentemente, determina a suscetibilidade a estas infecções. Estudos prévios realizados durante surtos de infecções causadas por norovírus e rotavírus mostraram associação entre fenótipo de HBGA e manifestação da doença. Os autores realizaram meta-análise no intuito de se sintetizar a evidência disponível.
Resultados: Os autores selecionaram artigos que analisaram a associação entre as variantes do gene FUT2 e a ocorrência de infecções entéricas por norovírus ou rotavírus. 52 artigos com análise Continuar lendo
O estudo: O autor realizou revisão sistemática da literatura abordando celulite de repetição e antibioticoprofilaxia.
Os animais domésticos estão cada vez mais dentro da vida das pessoas. Não só numa função utilitária, mas afetiva. Existe uma nova ética na relação entre homens e animais. Uma nova mentalidade. Independente das grandes evoluções que esta relação comporta, uma maior integração do ser humano com seu ambiente, é importante a análise de alguns aspectos que surgem como efeito colateral desta nova forma de relação.
Local: British Columbia, Canada
O estudo: Foi realizado em 8 hospitais terciários de Ontario, Canada. 446 enfermeiros de Serviços de Emergência, UTI e Unidades Clínicas e Pediátricas. 446 enfermeiros foram randomizxados para usar máscaras cirúrgicas ou respiradores N95. Segundo protocolo local da época (Devido ao surto de SARS) os profissionais deveriam utilizar máscaras caso se aproximassem <1m de pacientes com doenças febris agudas, ou síndromes respiratórias agudas. O desfecho primário foi o desenvolvimento de infecção por Influenza, comprovada laboratorialmente. Os desfechos secundários foram a detecção de outros vírus respiratórios.
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